Porque eu ainda insisto em nós
Será que é difícil entender
Vem andar comigo...
Vem, vem meu amor
As flores estão no caminho
Vem meu amor
Vem andar comigo."♪
Galo lindo, minha vida. Estou contigo hoje e pra sempre.
Além da crise no Atlético-MG, Celso Roth vai ter de superar a rejeição dos torcedores
O técnico Celso Roth volta a trabalhar no Atlético-MG em um momento delicado para o clube. Vice-campeão mineiro depois de ser goleado por 5 a 0 pelo Cruzeiro no primeiro jogo da final e ameaçado pela eliminação precoce na Copa do Brasil, o Galo não vive uma boa fase. Os números não são ruins: 15 vitórias, quatro empates e quatro derrotas. Só que três delas para o maior rival e uma para o Vitória, times da Primeira Divisão.
Roth não é unanimidade entre os torcedores do Galo, apesar de ter feito um bom trabalho em 2003. Comandou o time durante sete meses e conseguiu um aproveitamento de 64,2%. Na ocasião, deixou a equipe na 6ª colocação do Campeonato Brasileiro, na 20ª rodada, sem nunca ter estado abaixo da 7ª colocação. Foram 40 jogos, 22 vitórias, 11 empates e sete derrotas. Ele sabe que só terá o apoio da torcida com bons resultados.
- Espero que o torcedor venha conosco nesse projeto de mudança. Considero demais o Atlético e espero ser feliz aqui. A rejeição infelizmente está se tornando um hábito. É a normalidade da função. Quando se ganha, se gosta. Quando não se ganha, se rejeita. Isso acontece a todo momento. É uma cultura que nós temos. Sabemos disso e está dentro da rotina. Temos que trabalhar e conseguir os resultados – afirmou.
E o técnico não tem muito tempo a perder. Nesta quarta-feira, o Galo tem uma decisão pela frente. O time recebe o Vitória, no Mineirão, pela Copa do Brasil, em desvantagem. Para ir às quartas-de-final, precisa vencer por quatro gols de vantagem. O placar de 3 a 0 leva aos pênaltis. Celso Roth não deve promover mudanças no time que vinha sendo escalado por Leão. O único desfalque será o lateral-esquerdo Júnior, suspenso.
Globo.com

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