
"Sem saber que era impossível, foi lá e fez." (Jean Cocteau)
Hoje, domingo, três de maio, é o dia da esperança. Hoje eu não duvido de nada. Hoje eu acredito em disco voador, em qualquer divindade, no além e no outro mundo.
Hoje eu jogo fora o manto pesado da derrota, do fracasso, da humilhação. Vou me vestir de listrado e gritar Galo com toda a força. Não acredito no impossível, na razão e nem na lógica.
Hoje pode acontecer qualquer coisa. Israel pode ceder à Palestina, a Crise Mundial pode acabar e a gripe suína terminar num espirro. Hoje, a luta de um povo contra o impossível unirá milhões de corações, cujo exército se resumirá a onze homens. E serão estes onze que selarão o destino da Nação, rumo ao improvável, num drible seco na impossibilidade retumbante de reverter este momento de ruína. Eu acredito.
Hoje eu não duvido de nada. O sertão vai virar mar, o mar vai virar sertão. A lagoa vai virar cidade, e vice-versa. As grandes cachoeiras vão correr pra cima, o tempo vai se curvar sobre o espaço, a fome no mundo vai acabar, a pobreza, a peste e a miséria, vão acabar. Hoje eu acredito, acradito até o fim.
Hoje, é o dia da esperança. Hoje eu terei o gosto da vitória na boca. Pelo menos até as seis da tarde. Eu me dou esse direito. Eu sou Atleticano. Eu acredito no impossível. Pelo menos até as seis da tarde. Acredito até morrer. Mas até as seis da tarde, eu vou viver. Depois disso, o tudo ou o nada. Mas mesmo se nada, sempre há o depois do nada. Sempre há de haver um novo dia da esperança, pra acreditar em tudo isso, de novo. Pelo menos até as seis da tarde.
Por Marcelo Vargas - Blog do COPO SUJO - http://coposujo.blig.ig.com.br/
Hoje eu jogo fora o manto pesado da derrota, do fracasso, da humilhação. Vou me vestir de listrado e gritar Galo com toda a força. Não acredito no impossível, na razão e nem na lógica.
Hoje pode acontecer qualquer coisa. Israel pode ceder à Palestina, a Crise Mundial pode acabar e a gripe suína terminar num espirro. Hoje, a luta de um povo contra o impossível unirá milhões de corações, cujo exército se resumirá a onze homens. E serão estes onze que selarão o destino da Nação, rumo ao improvável, num drible seco na impossibilidade retumbante de reverter este momento de ruína. Eu acredito.
Hoje eu não duvido de nada. O sertão vai virar mar, o mar vai virar sertão. A lagoa vai virar cidade, e vice-versa. As grandes cachoeiras vão correr pra cima, o tempo vai se curvar sobre o espaço, a fome no mundo vai acabar, a pobreza, a peste e a miséria, vão acabar. Hoje eu acredito, acradito até o fim.
Hoje, é o dia da esperança. Hoje eu terei o gosto da vitória na boca. Pelo menos até as seis da tarde. Eu me dou esse direito. Eu sou Atleticano. Eu acredito no impossível. Pelo menos até as seis da tarde. Acredito até morrer. Mas até as seis da tarde, eu vou viver. Depois disso, o tudo ou o nada. Mas mesmo se nada, sempre há o depois do nada. Sempre há de haver um novo dia da esperança, pra acreditar em tudo isso, de novo. Pelo menos até as seis da tarde.
Por Marcelo Vargas - Blog do COPO SUJO - http://coposujo.blig.ig.com.br/

Um comentário:
Hoje é o dia da esperança. Hoje eu acredito em disco voador, no além. Israel pode ceder à Palestina e a gripe suína se dissolver num espirro. Hoje, a luta de um povo contra o impossível unirá milhões de corações, cujo exército se resumirá a onze homens. E serão estes onze que selarão o destino da Nação, rumo ao improvável, num drible seco na impossibilidade de reverter este momento de ruína.
Postar um comentário